sábado, 16 de agosto de 2014

A SAGA DA TAPA ROSCA


A saga da TAPA ROSCA tem início em priscas eras. Bem antes do Azteca ser nome de estádio de futebol, dos Maias serem livro de Eça de Queiroz, ainda no tempo em que Lady Gaga significava que uma dama tinha dificuldades para falar. 

O povoado de Cucurucucu vivia uma rotina pacata, sob a regência do desbravador El Bigotón de Las Layes, e vivia da exportação de rebanhos de fãs de mestres maestros. Porém, em um dia para ser esquecido, Montezuma lançou seus males pelos cantos, com socos e pontapés, causando dores em especial em regiões abdominais.

Neste momento, El Bigotón pensou com seus bigotes (cultivados desde o primeiro mês de nascimento) e decidiu recorrer a uma tropa de corajosos cucurucuquenhos. Vinicón "El Salafreño", Arminduricho "El Mago", Everández "de los Bodes" e Marlito "Muñeca de Samambaya" se apresentaram. 

Com o Mal de Montezuma assombrando em especial a Villa de la Rosca, "El Salafreño" teve a ideia de criar "La Tapa Rosca". Arminduricho então utilizou o extrato de bodes da criação de Everández e iniciou uma poção. Só que o Mal de Montezuma seguia forte, assombrando a vilazinha e arredores. O estrategista "Muñeca de Samambaya", arredio como ele só, disse que não dava mais para utilizar recursos de bodes - mesmo Marlito ainda tendo centenas de bodes, inclusive importados de Governador Valadares. 

Em reunião entre El Bigotón e Arminduricho, surgiu-se a ideia da poção de bode ter um sabor de bacalhau mesclado, para fortalecer os músculos contra os golpes de Montezuma e sua trupe. Assim, os lusos chegaram à América Central, mas isto é outra história. 

Voltando... Todos se debandaram pelas regiões de Cucurucucu e, após todos tentarem, o imponente El Bigotón se tornou herói. Montado em um bode, De Las Layes utilizou seu bigote, munidos da poção, para segurar todos os últimos ataques do Mal de Montezuma. 

Foi-se então instituído a partir daquele dia, o líquido mágico da TAPA ROSCA - afinal, em Rosca, as devastações tinham sido mais sentidas. Esta é a história, ipsis litteris, como conta o manuscrito de Vinicón "El Salafreño", escrito com um pedaço do bigote de El Bigotón de Las Layes!

(Vinicius Faustini)

Amigos, essa pérola literária certamente levará o autor a um lugar de destaque na Academia Brasileira de Letras.
  Blog também é "cultura"

Daqui,  diretamente do Mexico , a terra da tapa rosca, envio abraço a todos e informo que o Roberto continua sendo tão amado quanto no Brasil. Estreamos ontem no Auditorio Nacional, a maior casa de espetáculos do Mexico e o RC após encerrar o show com a música Jesus Cristo, teve que voltar ao palco 3 vezes pra cantar: Amada amante , Un millon de amigos e Solamente una vez.
 Os destaques da noite foram ESSE CARA SOU EU( em espanhol) que já começa a fazer sucesso fora do Brasil e El dia que me quieras.
  Aos frequentadores mais recentes no blog, quero dizer que a tal TAPA ROSCA, é uma bebida aqui do Mexico , que foi alvo de brincadeiras nossas há dois anos atrás , inclusive foi documentada com fotos. 
   Parabens ao Vinicius, um maestro das palavras

   Eduardo Lages